Cronica do passeio a solo 3 a 6 junho

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Mensagem por papagaio73 em Sex Jun 07, 2013 3:10 pm

Como tinha prometido, aqui partilho com vocês alguns dos relatos da minha ultima odisseia.

Esta viagem decorreu às mil maravilhas, foi encurtada por motivos “existenciais” por parte da herdeira e do coração do pai.
Dias: 4
Km percorridos: 1607.5
Km por dia:
1º - 503.2 km
2º - 271.7 km
3º - 214.4 km
4º - 618.2 km
Resumo
A viagem decorreu para aí 95% da viagem foi feita em nacionais, só à ida é que fui de Lisboa - Vila Franca e à vinda de Aveiras de Cima - Lisboa, tudo o resto fio feito em IC (pouco), Nacionais (a maioria), regionais e até Municipais, mais à frente vou falar de algumas delas.
1º Dia – 3 junho. 503.2 km
Saída: Monte Abraão, direção ao Ribatejo, com passagem em Vila Franca de Xira e entrada na N10 perigosa para nós motos e para o trafego em geral, mau piso. Seguidamente a N118 entre Samora Correia e Abrantes, não posso deixar de falar nas belas curvas do Tramagal, esta Nacional na sua extensão tem a particularidade de passar por dentro de algumas localidades, temos que redobrar a atenção.
Entrada em Abrantes e seguir pela N2, esta estrada acompanhou-me muitas das vezes ao longo da minha viagem, em troços no centro e no norte do país, foi das estradas que percorri bastante, consideravelmente boa na maioria dos troços, com algum trânsito. A N2 acompanhou-me até ao “centro” de Portugal, no Cabeço da “Melriça”, Vila de Rei.
Sai da N2 na Sertã para a N238, esta é das que VALE a pena ir, que belas curvas e o piso… brutal, um senão… ateste quando vir Bombas de combustível (eu atestava sempre no interior, sempre que o deposito baixava um bocada abaixo de meio), neste percurso e a conselho do rapaz que estava na Bomba (Oleiros), andei por vales e montes e por paisagens deslumbrantes, no cruzamento que diz “Cambes” cortei para uma estrada Municipal com um declive… ui ui, redobrar a atenção, visto que era um pouco estreita. Depois passei para a M527 sempre com o Rio Zêzere junto a mim, apanhei a N112 até “Orvalho”, onde fui a um Miradouro que tem uma vista deslumbrante, mas atenção que mesmo o piso do caminho estar bom, não é fácil, visto que tem uma inclinação que acho não existirem sinais para o descreverem. Lá voltei a “apanhar” a N238 e lá voltei a mais uma brutais curvas e piso. Não cheguei a ir ao Fundão, porque andei “metido” em atalhos mas sem trabalhos e fui ter à Covilhã, bela cidade… preparei-me “emocionalmente” para subir à Torre, foi uma boa sensação, pois já não ia a este sitio à anos, desde garoto, gostei de tudo, menos dos mosquitos que me entravam pelos orifícios todos destapados, que eram poucos, pois eu ia bem protegido, mas quando parava eles queria aproveitar-se da minha simplicidade. Ainda havia bocados de neve nestas paragens o que me deliciou, pois eu sou transmontano de gema, mas “Lisboeta” de adoção. Uma refeição Ligeiríssima, porque não queria andar com a sensação de “carregado” em cima da moto e ainda me faltavam uns Km até ao destino. Subi a serra da Estrela pela lado da Covilhã e desci pela lado de Seia, neste deserto encontro um amigo destas andanças o meu Amigo Isaías que também estava de férias, dois dedos de conversa e lá seguimos o nosso caminho ela para onde eu tinha vindo e u para onde ele tinha passado.
Passagem por Seia e mais uma nacional, agora a N17 entre Seia e Celorico da Beira, esta estrada é conhecida pela estrada das beiras, mas neste troço tem muitos problemas de piso, provavelmente pelo trafego intenso de pesados. Depois foi uma entrada na novíssima IP2 até Vila Nova de Foz Coa e a chagada ao fim da tarde a “Muxagata”, Vila Nova de Foz Coa onde pernoitei e ainda vi amigos de longa data e claro matar saudades da família.

2º Dia – 4 junho. 271.7 km
Este dia começou cedo com um pequeno-almoço reforçado e uma visita ao Museu do Côa em Vila Nova de Foz Coa, quero desde já ressalvar aqui a minha grande estima e obrigado ao meu antigo colega de escola o Jerónimo, que fez questão de me fazer uma visita guiada a todos o museu, aconselho VIVAMENTE que todos os que passarem nessa zona não podem deixar de visitar o museu.
Saída de Foz Côa em direção a Figueira de Castelo Rodrigo, a Raia portuguesa. Mais uma Nacional que vou recomendar para as curvas, N332 entre Foz Côa e Almendra, meus senhores, puro prazer de condução de moto. Aqui tive um encontro de 3º Grau e aconselho a todos que quando no interior virem o sinal de trânsito “A19A – Animais na via sem condutor”, aconselho vivamente a redobrarem os sentidos, pois não foi só esta vez, aconteceu-me posteriormente em Vila Pouca de Aguiar, lá parei e pedi autorização o dono para tirar umas fotos a que fui autorizado e lá ficamos na conversa durante uns minutos valentes, ao que vim a saber que o Sr. Zé é o homem dos 7 ofícios, agora é pastor (as ovelhas são dele), foi GNR, Emigrante, Empreiteiro, agricultor e ainda faz uns “biscates”, assim é que é. Depois Figueira de Castelo Rodrigo e mais um Concelho e novas estradas. Segui para a Barca de Alva mas não sem antes parar numa freguesia que achei estranho estar algumas pessoas num café da aldeia, e isto porque na maioria dos sítios por onde passei no interior não se via Vivalma, o que me entristeceu bastante e sei bem de quem é a culpa. Essa localidade é a “Escalhão” e fui muito bem recebido no meio destes locais que me fizeram imensas perguntas e às quais eu respondi de bom grado. Foi-me aconselhado por destes companheiros para ter atenção À estrada que iria fazer, pois tem muitas curvas…. Ah ah ah ah, ainda bem, pois quem anda de moto ADORA curvas se o piso ajudar e ajuda, mais uma bela estrada e mais uma nota 5 em curvas, talvez das melhores, N221 troço entre a Barca D’Alva e Freixo de Espada á Cinta, simplesmente BRUTAIS e mais uma vez passei por dois carros neste percurso de 20km, ais se alguns de vocês se apanhassem aqui, posteriormente irei mostrar alguns vídeos disto.
Visita a Freixo e um almoço muito bom, tanto pelo repasto como pela simpatia da colaboradora e dono do local o restaurante cinta d’Ouro em Freixo.
Novamente fiz-me À estrada com um calor enormíssimo, não esquecer que esta zona do País tem um microclima que no inverno é muito frio e no verão muito calor, por isso é que o vinho do Porto não dá para copiar em parte nenhuma do planeta. Uma “pseudo” visita que tinha combinado em Torre de Moncorvo, não se concretizou, por isso fiz uma breve paragem e lá fui eu com direção à casinha da mamã, Cotas do Douro, Alijó… Comidinha que só ela sabe que eu adoro, entre Moncorvo e Alijó fiz uma estrada que nunca tinha feito e veio (não sei se vai conseguir) desenvolver o Interior, a IC5.

3º dia – 5 junho. 214.4 km
Este dia, foi dedicado a uma visita pela zona do Alto Douro vinhateiro e a minha intenção foi ir a Vila Real, Régua, Lamego, Pinhão e Alijó, mais ou menos cumpri o objetivo com algumas alterações.
Esta Zona da região é nesta altura um conjunto de cores que mais parecem mares verdes derivado à cor da folhagem dos vinhedos que abundam na zona, uma paisagem linda e melhor que isso do que as palavras do Miguel Torga imortalizam o Douro Vinhateiro e que melhor para começar o dia com uma visita terra natal de Miguel Torga pseudónimo de Dr. Adolfo Correia da Rocha, São Martinho de Anta, Sabrosa, gostei de ver que lá na “terra” lembram-se do famoso escritor Miguel Torga e também gostei de ver que existe um Espaço (deve ser) muito pomposo e deve ter custado uma pipa de massa, mas fechado, bem adiante.
Paragem no palácio de Mateus (Vila Real) e mais um sitio que já não visitava à muitos mas muitos anos atrás, adorei, mas estava a ver que durante a visita só falava inglês, é que alem dos colaboradores eu era o uni “tuga”.
A seguir veio uma situação que me fez ganhar o dia, foi ir ter com a minha irmã Carla Vilela e ter almoçado com ela, gostei muito de a ver. Seguidamente foi fazer uma pequena visita a Vila Real e lembrar-me onde eu tirei a carta de condução já lá vão à 22 anos.
Novamente fiz-me à estrada e lá vou eu novamente para a N2 entre Vila Real e a Régua, como uma paragem em Santa Marta de Penaguião, terra de bom vinho e onde parei um bocado para me refrescar com uma água, mais dois dedos de conversa com os locais e um espetacular acolhimento.
Peso da Régua, o calor aqui nem sei bem quantos graus estavam, mas seriam muitos, eu “suava por tudo o que eram juntas”. Visita à Bela cidade do Peso da Régua e depois vamos embora para Lamego, não sei porque, ao passar a ponte do Rio Douro, quis fazer mais uns km e ainda bem.
Segui pela margem esquerda do Douro no sentido montante/Jusante e maravilhei-me pela Nacional N222, 25km de puro prazer a conduzir com uma paisagem linda, mais uma aviso, não se esqueçam que estão no interior do país e por isso não há STRESS a malta por aquelas bandas não sobre do coração e com isso quero dizer que é muito normal o “Ti Jaquim” e o padeiro pararem o carro numa curva e começarem a conversar… pois, quando virem uma viatura parada, abrandem e passem com calma ou então parem e metam conversa com eles. Esta zona alem de ter os belos vinhedos tem também muita cereja. Depois deste “desvaneio” agora quero ir para o meu destino que seria Lamego, mas não queria voltar pelo mesmo caminho, em passeio tento não passar pelo mesmo sitio duas vezes e foi o que fiz, regressei alguns km pelo mesmo caminho e junto às autoridades perguntei se existia alternativa (o GPS já me tinha dito que sim, mas sem confiar) a atenção do jovem Guarda para comigo foi uma boa experiencia, explicou-me onde me iria meter, disse-me quais seriam os perigos e tudo ao pormenor, depois de agradecer lá me meti eu por estradas com mais ou menos da largura de um carro… por uma serra de Avões junto a Lamego, mas valeu a pena, mais um sítio com belas paisagens. Seguidamente uma visita a Lamego que mais parece um estaleiro, mas terá que ser para o “desenvolvimento”. Segui para a Régua novamente e no Restaurante o Torrão, fui beber uma agua e estavam por lá os trabalhadores rurais que nesta altura do ano começam a jorna às 5 da manhã e saem às 14H, umas pessoas “brutas” mas doceis e de fácil fala, foi o que me aconteceu, estavam por lá varias meninas e meteram-se comigo (na brincadeira, sem malicia) à força toda, depois de as ter elogiado (nem poderia ser de outra maneira) e lhes desejar tudo de bom, regressei À minha viagem e apanhei uma estrada que por ser bastante reta, não quer dizer que não seja muito boa e é porque é das zonas mais bonitas do alto douro, é a novamente a N222 mas agora entre a Régua e o Pinhão (Alijó), esta estrada não brilha pelas curvas, mas pela beleza natural e sempre com o espetacular Rio Douro do nosso Lado esquerdo e convém que assim seja, neste percurso ainda tirei algumas fotos.
Pinhão, aqui tenho duas situações, a estação de caminho de Ferros do Pinhão e os seus famosos Azulejos que foram à muito pouco tempo recuperados, mas também tenho uma situação “caricata”, o Pinhão é um local que também muito turismo (e ainda bem), mas também sei que existe “às vezes” um pouco de tentativa de exploração por parte do comércio local e não é que o Luis Vilela pagou 1,20€ por uma agua pequena que por sua vez teve direito à famosa “fatura simplificada” porque a este valor tem que ser declarada. Mais umas curvas brutais, mas tem que se ter alguma “destreza” na condução de motociclo para tudo correr bem, estrada Municipal M322 cerca de 12km de curvas.
Depois Alijó e regresso a casa da mãe para descansar e comer.

4º dia – 6 de junho
Este dia começou uma incógnita e uma indecisão… será que vou ficar em Cantanhede (onde iria ficar se só viesse no dia 7) ou vou fazer o percurso conforme está planeado e regresso a Lisboa, pois foi este que escolhi durante o caminho e para isso foi a maior tirada e muito cansativa.
Começou muito cedo e logo de início fui a um local que me diz muito e sempre que vou a essa zona passo lá, Santuário da Nossa Senhora da Piedade em Sanfins do Douro, depois fiz a viagem das antigas minas do Ouro em Campo de Jales para Vila Pouca de Aguiar e foi neste percurso que cheguei à conclusão que o calor dos dias anteriores tinha siso isso mesmo “anterior”, neste dia o frio naquela zona era acentuado, o que me fez parar em Vila Pouca para vestir mais roupa e meter outras luvas e ainda bem, porque entre Boticas e o Geres por uma nacional que nem sequer passou judas, pois nem ultrapassei, nem fui ultrapassado e nem sequer me cruzei por nenhum veiculo, foi a única vez que fiquei um pouco apreensivo, porque a estrada é mais uma daquelas que o piso é brutal e as curvas convidativas, mas sem transito e a viajem a solo poe-nos a pensar e eu pensei… correu tudo bem, Regional R311 que belas curvas, mas sem ninguém… foi esta estrada que fiz até encontrar a famosa N103, Chaves/Braga, muito trafego (pesados) e piso que deixa nalguns sítios a desejar, em contrapartida uma paisagem muito bonita.
Almoço em Braga e uma visita ao Bom Jesus de Braga.
Nacional N14, a evitar COMPLETAMENTE, muito difícil de ultrapassar e perigoso, muito trafego, principalmente veículos pesados. Uma curta visita à cidade invicta e lá segui viagem até o meu camarada Loisa em Cantanhede e sempre pela N1 ou IC2, mais uma estrada completamente entupida e com um piso ainda pior, mais uma estrada que as motos podem facilmente evitar e arranjar estradas regionais ou municipais alternativas.
Regresso a casa sem acidentes nem incidentes, com muitas saudades da filhota e por isso uma viagem 5* que espero vir a repetir e se possível com mais companheiros.
Estradas com curvas 5*:
N238 - Oleiros/Fundão (muitos km);
N332 - Foz Côa/Almendra (19km);
N221 – Barca D’Alva/Freixo de Espada Á Cinta;
N222 – Régua/Resende
R311 – Boticas/N103 (Salto)
A Evitar, N14 Braga/Porto e N1/IC2 Gaia a Aveiras.

Quero salientar que este tipo de viagem não pode ser feita só porque gostamos de a fazer, é um bocado cansativa, mas empolgante.
Hoje começava outra novamente assim houvesse uns euros extras, sim é que sem isso não se faz, de boa vontade não se consegue.
Desculpem ter sido tão longo.

Luis Vilela “AKA PAPAGAIO”

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Mensagem por FMMFerreira em Sex Jun 07, 2013 4:01 pm

Cronica do passeio a solo 3 a 6 junho 1318890791Obrigado pela partilha amigo Vilela...muito fixe...foto-reportagem 5***** Cronica do passeio a solo 3 a 6 junho 1318890791
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Mensagem por egidijus.benieta em Sex Jun 07, 2013 7:35 pm

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Mensagem por A.Delmar em Sex Jun 07, 2013 10:59 pm

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Mensagem por PSY em Sab Jun 08, 2013 9:02 pm

Obrigado pela partilha ...Cronica do passeio a solo 3 a 6 junho 205954
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Mensagem por papagaio73 em Dom Jun 09, 2013 7:03 pm

Obrigado a todos...

Há é verdade... o mundo das motos.... também é andar de moto Wink

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Mensagem por Gilmar em Dom Jun 09, 2013 7:28 pm

papagaio73 escreveu:Obrigado a todos...

Há é verdade... o mundo das motos.... também é andar de moto Wink


Belo passeio!! Quando tiver uma mota que me permita fazer estas coisas, tb quero ir. Mas não prescindo da R Cronica do passeio a solo 3 a 6 junho 205954

ps: neste caso, não se tratando de uma questão ter ou haver, o "Há" é sem "H" Cronica do passeio a solo 3 a 6 junho 3259836771
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